Oi galerinha,
Estes dias estou meio ausente do blog, vou jogar a culpa na
falta de tempo, (kkkkk) sabe como é né, trabalho, casa, marido, filho, às vezes
é difícil conciliar tudo, quem sabe aos poucos vou conseguindo. Mas esta ausência
serviu para eu receber alguns e-mails pedindo para falar de outros assuntos,
como por exemplo, casa, filhos, decoração, enfim, tudo que faz parte do
universo feminino, achei a proposta muito válida, e resolvi aceitar o desafio,
então decidi contar como foi minha experiência com o meu filhote ao tirá-lo das
fraldas.

Li muito sobre o assunto, conversei com muitas pessoas, recebi
vários conselhos e no final segui meus instintos.....kkkkk......acredito ser o
mais válido, não consigo ter nenhuma atitude que leve meu pequeno ao desespero,
acredito que não se consegue muita coisa através da coerção, apesar de receber
muitos conselhos que vai contra à minha forma de pensar, às vezes me questiono
se estou realmente certa, afinal são muitas pessoas falando praticamente a
mesma coisa....kkkkk..... enfim, um dos conselhos que recebi, e confesso: o que
me deixou de boca aberta, foi de uma pessoa próxima, ele tem uma filha de 3
anos, e ele me disse que ensinou ela forçando-a a ficar no pinico até ela
conseguir fazer as necessidades fisiológicas (xixi e/ou cocô). É isto mesmo,
ele usou a palavra forçar....... aff! Escutei termos como colocar o chinelo do
lado do pinico, manter a criança no vaso sanitário pelo menos por 2 horas após
cada alimentação. Ai! Ai! Foram tantos os
conselhos que eu resolvi ler sobre o assunto... kkkkk .... a maioria dos livros
e matérias na internet que eu pesquisei dizem para primeiro tentar conhecer o
momento certo do seu filho, tentar montar hábitos que tornem o momento
prazeroso para a criança, alias não podemos esquecer que é mais cômodo fazer na
fralda e a transição pode ser traumática para os pequenos, alias o termo mais
usado nos livros é maturação neurológica. Então, antes de iniciar esta fase
procure ver se o seu filho já esta pronto, ou, como dizem os médicos, verifique
se ele já esta com maturação neurológica.
No meu caso, o treinamento do piniquinho aconteceu da
seguinte forma:
a) Um mês antes do meu pequeno completar
2 anos:
- Fiz uma tabela com os horários que ele costumava sujar a
fralda, era fácil identificar porque ele sempre ia para um cantinho, como se
quisesse um pouco de privacidade, para fazer xixi e/ou cocô, e no caso do
último ainda era mais fácil de identificar, por causa das carinhas que ele
fazia, lógico que não conseguia identificar todas as vezes, mas consegui montar
a tal tabela;
- Na hora do banho eu incentivava meu baixinho falando e
explicando o que era xixi e cocô. Quando ele fazia o xixi eu batia palma e
falava várias vezes a palavra xixi para ele gravar;
b) Com 2 anos completos:
- Levei ele comigo para comprar umas cuecas, acho que isto
foi muito importante, porque ele ficou louco para usá-las. O tempo todo eu
falava para ele que ele já era uma criança grande, e que não precisava usar
fraldas. Fiz ele tirar as fraldas da gavetinha e colocar as cuecas no lugar. (é
muito engraçado como as crianças se empolgam com estas coisas)
- Levei ele para comprar o pinico, deixei ele escolher entre
as três opções que separei;
- Iniciei o controle da micção, tirei a fralda do dia, e levava
ele para o pinico, seguindo mais ou menos a tabela que eu tinha feito com os
horários, e também usando um pouco do instinto materno... kkk .... Lógico que
houve algumas escapadelas..... kkkkk ..... e quando isto acontecia, fazia cara
de brava para ele, e falava, “não pode, menino grande faz xixi no piniquinho!”
Também tirava os brinquedos e/ou televisão, para mostrar que ele tinha feito
coisa feia. Esta fase durou mais ou menos três semanas, até ele começar à ir no
pinico sozinho sem eu precisar levá-lo.
c) Com 2 anos e um mês:
- Com este período eu iniciei a retirada da fralda noturna,
que em uma semana já estava sob controle.
Neste período fiz coisas como dar tchau para o xixi e/ou coco
antes de apertar a descarga, bagunçando e fazendo festa (até enchendo bexiga! Sempre
tenho bexigas em casa), cantando musiquinha a cada acerto do pequeno.
Foi uma fase engraçada, tive momentos de descontração, e também
de estresse ao ver meus móveis molhados de xixi de criança..... Não é fácil,
mas precisamos levar tudo na esportiva, e depois de tudo, hoje vejo o meu filho
falando, “Mamãe o Hudo féis sisi!”
Obs.: o nome do meu filhote é Hugo.
Bjs
Deia Roder